A palavra do título já é ela por si própria,porque defino-a como uma forma de "dourar a pílula","maquiar a verdade".Exemplo disso é que ninguém mais tem empregada,e sim "assistente doméstica","auxiliar de limpeza" e não faxineira,e por aí vai(com certeza você lembrará de uma meia dúzia).Por um lado,cria eufemismo,mas por outro dá um pouco mais de humanidade e menos humilhação para quem está na situação.Outro dia,eu aprendi num curso de marketing pessoal que estou fazendo que nesses tempos de crise a pessoa não deve dizer que está desempregada,apenas "disponível no mercado".Na semana seguinte,argumentei sobre esse eufemismo com a professora e completei lembrando o que meu pai falava:"não ser excelência em excedência".
Tanto no eufemismo da professora quanto do meu pai,a dor da dureza,de ir à luta novamente por trabalho,de ficar parado em casa sem dinheiro não tem eufemismo que caibam dentro de qualquer ser.
segunda-feira, 30 de março de 2009
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